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quinta-feira, 14 de maio de 2015

Mostra retrata mulheres portadoras de HIV na África

 
Imagens ajudaram e recuperar a autoestima dessas mulheres | Foto: Laryssa Machado / Divulgação / CP


Inspirada em um poema do francês Aimé Césaire, estreia nesta quinta-feira, às 20h30min, a exposição fotográfica “Elas mergulham na carne vermelha do solo”, da porto-alegrense Laryssa Machado. A mostra fica em cartaz até o dia 15 de junho, na Galeria dos Arcos, na Usina do Gasômetro (Presidente João Goulart, 551), em Porto Alegre. O horário de visitação é das 10h às 21h, e a entrada é gratuita.

A mostra apresenta o resultado de um projeto fotográfico realizado com mulheres portadoras de HIV no Maláui, na África. A ideia surgiu em 2013, quando Laryssa realizou um trabalho voluntário com elas e pode perceber a realidade de força e de lutas na qual estão inseridas.

As fotos, assim, buscaram ajudar essas mulheres a resgatar sua autoestima, que elas revelaram ser comprometida pelo afastamento de pessoas com medo de contrair o vírus através de um simples toque. Para isso, a intenção inicial do projeto foi dar ênfase às mãos e aos rostos, ambos tão carregados de histórias. Porém, na etapa final, os registros passaram a incluir também imagens com a família, conforme pedido das próprias personagens.

Fonte: Correio do Povo

domingo, 22 de março de 2015

Porto Alegre em exposição na Galeria de Arte do TJ

Está em exposição, no 14º andar do TJRS, a mostra Porto Alegre, um grande amor. O trabalho dos fotógrafos Diego Leite, Denis Pesenti e Cristian Mariani, traz fotografias de pontos tradicionais da Capital. Juntos, os três formam a Photo ao Cubo.

Exposição tem entrada franca e homenageia
os 243 anos da Capital gaúcha 
(Fotos: Cássio Ayres Bodnar)
Quem quiser conferir as belas imagens captadas pelas lentes do trio tem até o dia 27/3. A exposição, que homenageia os 243 anos da Capital gaúcha, já passou também pelo Espaço Cultural da PUCRS.
A mostra pode ser conferida de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, no 14º andar do Tribunal de Justiça (Av. Borges de Medeiros, 1.565, em Porto Alegre).

Galeria
A Galeria de Arte do Tribunal de Justiça é um espaço aberto ao público disponível gratuitamente para exposições em geral. Informações podem ser obtidas pelo e-mail rp@tj.rs.gov.br.

EXPEDIENTETexto: Sergio Trentini
Assessora-Coordenadora de Imprensa: Adriana Arend
imprensa@tj.rs.gov.br
 
Fonte: TJRS

Publicação em 19/03/2015 17:29

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Fotografia e saudade em exposição



Foto: divulgação.

Miriam Gimenes


A imagem impressa em um papel é o registro de uma cena do passado. E com ela, principalmente para o autor, vêm sempre os cheiros, sensações e memórias que envolvem a foto. É com essa proposta que abre amanhã a mostra A Arte da Lembrança – Saudade na Fotografia Brasileira, no Itaú Cultural (Avenida Paulista, 149), às 14h. A curadoria é de Diógenes Moura.

Ao todo são cerca de 100 imagens de 36 artistas brasileiros, entre eles o fotógrafo do Diário Nário Barbosa. Ele terá na exposição duas fotos que fazem parte do acervo pessoal de Rubens Fernandes Junior – jornalista, curador e crítico de fotografia – as quais reproduziu e interviu com bordados típicos do Nordeste. “Fiquei lisonjeado porque nesta exposição só tem gente fera, profissionais de nome na fotografia contemporânea”, comemora.

O fotógrafo diz ainda que esta é a segunda vez que o curador o convida para uma exposição com as mesmas fotos. Em 2012, ele participou da A Louca Por Debaixo do Branco, de Fernanda Young. Disposta em dois andares do espaço expositivo do Itaú Cultural, a mostra – que vai até o dia 8 de março – permitirá que o visitante faça um percurso iconográfico de mais de 80 anos de produção, exatamente entre a década de 1930 e 2014. Nela estão imagens de importantes fotógrafos brasileiros como Alcir Lacerda, Marcio Távora, Ademar Manarini, German Lorca, Wagner Almeida, Voltaire Fraga, José Yalenti, Gilvan Barreto, Luiz Braga, Julio Agostinelli e José Oitica Filho.

E não só de fotos será composta a mostra. No último domingo de janeiro e durante os domingos de fevereiro, a exposição terá série de rodas de conversas descontraídas com os educadores do instituto. Entre os assuntos estão fotografia, memória e representação da saudade. Elas devem acontecer às 16h, com disponibilidade para 20 vagas. A exposição será aberta, de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 20h, e aos sábados, domingos e feriados, das 11h às 20h. A entrada é gratuita.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Exposição no Margs inaugura neste sábado em Porto Alegre

O quadro O Gato Preto, de Ado Malagoli, integra a exposição | Foto: Ado Malagoli / Divulgação / CP
 Estreia neste sábado no Museu de Arte do Rio Grande do Sul (Pç. Da Alfândega, s/nº), em Porto Alegre, a exposição “Recortes do Acervo – Pintura”. A mostra inaugura às 10h e ficará instalada na Pinacoteca e na sala Aldo Locateli até o dia 29 de março, com visitação de terças a domingos, das 10h às 19h. A entrada é gratuita.
Com curadoria coletiva da própria equipe do MARGS, a exposição reúne o trabalho de 95 artistas, nacionais e estrangeiros, integrantes do acervo do museu. Dentre as obras, que vão desde o final do século XIX até o período contemporâneo, destacam-se as telas acadêmicas “A Emigrante”, do italiano Napoleone Grady e “A Dama de Branco”, do brasileiro Arthur Timótheo da Costa. Ainda serão apresentadas quatro pinturas originais dos artistas Danúbio Gonçalves, Carlos Scliar, Glênio Bianchetti e Glauco Rodrigues, denominados “Os Quatro de Bagé”.

Fonte: Correio do Povo

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Documentário sobre Sebastião Salgado é indicado ao Oscar

 
Documentário brasileiro "O Sal da Terra" é indicado ao Oscar | Foto: Ricardo Giusti / CP Memória


A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas divulgou nesta quinta-feira os indicados ao Oscar 2015. O documentário brasileiro sobre o fotógrafo Sebastião Salgado, "O Sal da Terra", faturou uma indicação. O filme é de Wim Wenders e Juliano Ribeiro Salgado, filho do fotógrafo.

"O Sal da Terra” pode trazer para o Brasil o primeiro Oscar, após o cinema nacional ficar de fora da categoria Melhor Filme Estrangeiro. 

Fonte: Correio do Povo

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

Museu da Comunicação recebe mostra fotográfica

Foto de Camila Domingues está entre as selecionadas da mostra | Foto: Camila Domingues / Divulgação / CP

Chega a Porto Alegre a segunda edição da Mostra do Núcleo de Jornalistas de Imagem do RS, com abertura nesta segunda-feira, às 19h30min, no Museu da Comunicação Social Hipólito José da Costa (Andradas, 959). A coletiva, realizada pelo Núcleo dos Jornalistas de Imagem do RS, do Sindicato dos Jornalistas do RS, conta com 60 fotografias e ilustrações de fotojornalistas fotógrafos e ilustradores gaúchos. Entre eles, Camila Domingues, Mauro Schaefer, Eduardo Seidl, Bebeto Alves, Cristiano Sant’Anna e Marcelo Bertani. 

A mostra já esteve em Melo, no Uruguai, e percorreu cidades do interior do Estado. A visitação pode ser feita de terças a sábados, das 9h às 18h.

sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Mostra retrata união entre ballet e cenário urbano

 
Mostra retrata a união entre o ballet e o cenário urbano | Foto: Franciele Feijó / Divulgação / CP

Os usuários do metrô que passarem pela Estação Mercado, em Porto Alegre, terão a chance de olhar a cidade – e a dança clássica – de uma maneira diferente. A partir da próxima segunda-feira até o dia 27 de fevereiro, a exposição “Ballet Urbano” estará na Galeria Mario Quintana, no túnel de acesso às plataformas da estação da Trensurb.

Em cada registro, a bailarina Kaanda Gontijo executa os movimentos como se estivesse apresentando-se para o público. Mas, no lugar do palco e das luzes do espetáculo, são prédios, casas e cimento que aparecem a céu aberto. Todas as criações são assim, uma mistura entre a dança e as grandes cidades.

Justamente tirar o ballet do seu espaço clássico e colocá-lo em um ambiente mais urbano é a proposta da Franciele Feijó, a responsável pelas imagens. Para ela, as fotos são uma maneira de fazer o público enxergar esses locais de uma forma diferente. “Tentei reproduzir algo que causasse no espectador um sentimento que o fizesse encontrar uma nova forma de ver o mundo”, afirma.

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Memória de Olinda reunida em imagens antigas

Antigas moradoras diante da vista da Sé / Acervo pessoal / Divulagação

Antigas moradoras diante da vista da Sé

Acervo pessoal / Divulagação

Houve um tempo em que nos atínhamos a fatos maiores que a vida para poder escrever a história. Esse tempo, não muito distante, é passado. O minúsculo, o sem nome, cotidiano, vivido e ordinário podem contar tanto de nós quanto os acontecimentos de grandeza épica capazes de figurar na moldura nos museus tradicionais. "O cotidiano é aquilo que nos é dado cada dia (ou que nos cabe em partilha), nos pressiona dia após dia, nos oprime,(...) O cotidiano é aquilo que nos prende intimamente, a partir do interior (...) É uma história a caminho de nós mesmos, quase em retirada, às vezes velada (...) ", diz o historiador e sociólogo francês Michel de Certeau, autor do já clássico A invenção do Cotidiano (1996). Inspirado, ainda que não conscientemente, em posições como a de Certeau, mais um precioso documento sobre a importância do que nos é corriqueiro para a compreensão de quem somos (ou podemos ser) é lançado. Depois de 15 meses de trabalho contínuo, será lançado hoje à noite, na Sociedade Beneficente de Artistas e Operários de Olinda (SBAOO), o livro Olinda - Memórias fotográficas.
O livro é um grande apanhado do acervo pessoal de fotografias dos moradores do Sítio Histórico de Olinda do começo do século 20 até 1982. “Estabelecemos como critério esse ano, porque foi o ano em que Olinda foi reconhecida como Patrimônio da Humanidade pela Unesco e entrou numa dinâmica internacional de turismo que afetou a sociabilidade na cidade”, diz o arquiteto Lula Marcondes, um dos idealizadores e executores do livro, ao lado de Chico Rocha e Bruno Lima, integrantes do escritório O Norte - Oficina de Criação, responsável geral pelo projeto, realizado com fomento do Funcultura.
“Hoje, em processo de transição para uma outra qualidade de memória coletiva no Sítio Histórico de Olinda: uma memória globalizada, mais impessoal e cosmopolita; mais urbana e mais volátil. Esse, talvez, seja um processo irreversível, até mesmo natural, para um núcleo histórico pequeno e limitado, como é o caso do centro histórico de Olinda, inserido na Região Metropolitana do Recife”, diz Marcondes. “A parte histórica de Olinda é uma espécie de ilha, mas profundamente afetada pelas dinâmicas urbanas do Recife e da Cidade Alta”, continua.
Morador do Sítio Histórico desde que nasceu, Lula recorreu à rede de amigos e parentes de amigos e parentes para conseguir as fotos. “Não foi tão simples, no começo, muita gente teve receio em nos ceder as imagens”, diz ele que, com uma equipe multidisciplinar, conseguiu, ao final, reunir mais de mil imagens. “Depois de reunirmos as fotos, analisamos o que tínhamos em mãos e fomos e montamos uma narrativa”, diz Marcondes. Ao final, 105 imagens acabaram por integrar o livro.
Coube a Mateus Sá a consultoria em fotografia. “Mas evitamos dar qualquer tratamento às imagens, quisemos mantar as machas, ranhuras e outras marcas do tempo”, ele diz. Reunidas por um criterioso olhar curatorial, as imagens em conjunto adquirem o poder de comunicação de uma obra de arte: o de pinçar objetos de sua função cotidiana e, estetizados, transformá-los em objetos de reflexão. São três os eixos narrativos: paisagens, indivíduos e experiências culturais vinculadas ao convívio e à celebração de ritos e festejos coletivos.
Durante a compilação de imagens, o conjunto de imagens relativa à natureza de Olinda chamou a atenção especial dos realizadores. “Pudemos ver como a natureza da cidade se degradou”, diz ele, numa referência, principalmente, à chamada Barreira, área por trás do bairro do Bonsucesso de onde saiu parte do barro para as construções de Olinda, hoje ocupada por construções desordenadas. “O tratamento paisagístico da cidade também era outro”, diz ele, numa referência às muitas imagens de moiçolas posando, como se num rito de passagem tácito na cidade de décadas passadas, diante do lago já aterrado no conjunto das praças do Carmo e da Preguiça com árvores cuidadosamente podadas.
Ao longo das páginas, vemos o artista Bajado pintando seus murais na cidade - todos já apagados. Também cenas de antigos Carnavais e impressionantes imagens das praias de Olinda com a prática de um recente hábito social: apenas no começo do século 20, o banho de mar começaria a ser instituído como comportamento público. Um hábito que, aliás, atraía veranistas ilustres para as então límpidas e espaçadas águas do mar de Olinda (hoje quase todas impróprias ao banho): nos anos de meninice, Nelson Rodrigues e Clarice Lispector gastavam suas férias de verão na Marim dos Caetés.
Com tantas imagens de fora da edição, um outro livro pode ser montado. “Estamos ainda analisando que narrativas podemos montar”, diz Lula Marcondes. A memória de Olinda agradece.
Olinda - Memórias fotográficas (O Norte, Oficina de Criação). Lançamento hoje, às 19h, na Sociedade Beneficente de Artistas e Operários de Olinda (SBAOO). Rua Bernardo Vieira de Melo, 127, próximo ao Mercado da Ribeira.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Fotografia de 1926 mostra uso pioneiro de 'pau de selfie'

Ele está por todos os lados. Nas ruas, em praças, shoppings e outros espaços públicos, o informalmente batizado de "pau de selfie", ou "bastão de selfie", — acessório utilizado para a produção de autorretratos com smartphones — se tornou febre entre os entusiastas dos registros digitais, principalmente os adolescentes. No entanto, uma fotografia de 1926 mostra que a ideia de utilizar uma vara para a produção de fotos pessoais não é necessariamente nova.
Encontrada em um antigo álbum de família por Alan Cleaver, de Whitehaven, no condado de Cúmbria, na Inglaterra, a fotografia de 88 anos mostra o britânico Arnold Hogg, avô de Alan, utilizando um bastão para fazer um autorretrato com a sua mulher, Helen, logo após o seu casamento.

Em seu rodapé, a imagem ainda contém a observação "Tirada por mim mesmo, Out 1926", numa evidência que mesmo as selfies já não são uma exclusividade da modernidade digital.
Selfie tirada com bastão em 1926 pelo britânico Arnold Hogg
(Foto: Alan Cleaver/Reprodução)
"Sempre foi uma das fotos favoridas da nossa família, e o fato de que agora há tanto interesse nela teria agradado ao meu avô", afirmou Cleaver ao site Daily Mail, se referindo à imagem. — É óbvio que ele estava tentando algo novo. Infelizmente, acho que é a única foto que ele tirou assim e que ele se sentiu satisfeito o suficiente para incluí-la no álbum.
Ao site, Cleaver disse que seu avô nunca mencionou o uso do bastão para realizar autorretratos, e que não faz ideia como ele fez isso exatamente, já que as câmeras daquele tempo funcionavam com o disparador sendo pressionado do lado da câmera, e não em cima.Febre entre os usuários de smartphones, o pau de selfie moderno, cuja origem é asiática, foi escolhido pela revista Time como uma das grandes invenções de 2014.
Fonte: Correio

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Teatro de bonecos é tema de exposição fotográfica em Porto Alegre

História da Cia. Caixa de Elefante será contada em painéis no Café do Teatro do Sesc

Teatro de bonecos é tema de exposição fotográfica em Porto Alegre <br /><b>Crédito: </b> Cleiton Thiele / Divulgação / CP
Teatro de bonecos é tema de exposição fotográfica em Porto Alegre 
Crédito: Cleiton Thiele / Divulgação / CP
A Cia. Caixa de Elefante terá sua história contada em exposição fotográfica. A mostra que será aberta nesta terça-feira e vai até o dia 30 de setembro está disponível para visitação no  Café do Teatro do Sesc (Alberto Bins, 665). São mais de 50 painéis registrando os processos de produção de espetáculos do grupo.

Desde 1991, a companhia frequenta festivais e mostras pelo mundo inteiro e é, hoje, um dos grupos de teatro de bonecos de maior destaque no cenário nacional.




Fonte: Correio do Povo

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Exposição fotográfica revela novas facetas da fotografia paulistana

 Por Patricia Visconti

Mostra fotográfica em parceria com projeto de incentivo apresenta uma nova forma de olhar para São Paulo.

Em sua quarta edição, a exposição que revela as novas faces da fotografia paulistana estreia com única exibição da “Fotoart – os olhos de quem vê“, no dia 26 de julho, no Hostel Alice, na Vila Madalena, zona oeste de São Paulo.
Divulgação
Divulgação
Parte do grupo que integra o “Orfanato da Fotografia” em uma saída fotográfica no parque Vila Lobos em SP
Nesta da montagem assim como nas anteriores visa propagar e promover as novas facetas da arte de clicar na cidade de São Paulo, com seus jeitos e trejeitos, foco e estilo, mas com um Q a mais, pois desta vez a Infinity Eventos – produtora que organiza a exposição – conta com a colaboração do Orfanato da Fotografia, idealizado e coordenado pela fotógrafa Marina Quezada.
A ideia do Orfanato de Fotografia foi pensando naqueles que estão em inicio de carreira, quando os fotógrafos novatos mais precisam de auxílio.
Como nas três anteriores, o propósito da exposição de ser uma vitrine dos novos talentos desta arte visual, mostrando quão rico há neste trabalho, um pouco tenso em algumas horas, mas bastante prazeroso quando realizado com amor.
E por falar em amor, haverá um bate papo com o fotógrafo Rubens Vieira, que falará com os integrantes do Orfanato sobre o Specialkids, projeto do qual ele é representante na América Latina.
O SpecialKids é um projeto que representar as famílias e crianças com necessidades especiais junto à comunidade fotográfica com o objetivo de expandir as oportunidades de acesso dessas crianças à Fotografia Profissional em nível nacional.
Fonte: Catraca Livre