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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Lista traz museus dedicados a kiwi, pizza, salsicha e outras comidas


Veja seis exemplos em países como Espanha, EUA, Alemanha e Japão.
Locais contam histórias dos alimentos e oferecem degustações.

Do G1, em São Paulo
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A entrada do Museu do Currywurst, em Berlim (Foto: Divulgação/Currywurst Museum)A entrada do Museu do Currywurst, dedicado ao prato típico feito com salsicha, em Berlim (Foto: Divulgação/Currywurst Museum)
Nem só de obras de arte vivem os museus. Pelo mundo, é possível encontrar alguns que são integralmente dedicados a um tipo de comida. Pizza, macarrão instantâneo, manteiga, kiwi, trufa e até um prato típico de Berlim, feito com salsicha, têm seu próprio espaço, onde os visitantes podem aprender sobre a história do produto -- e, é claro, provar um pouco no final. Confira a seguir seis exemplos separados pelo G1.
À esq., crianças fazem seu próprio miojo no museu; à dir., Momofuku Ando, o criador do macarrão instantâneo (Foto: Yoshikazu Tsuno e Kazuhiro Nogi/AFP)À esq., crianças fazem seu próprio miojo no
museu; à dir., Momofuku Ando, o criador do
macarrão (Fotos: Yoshikazu Tsuno e
Kazuhiro Nogi/AFP)
Macarrão instantâneo (Japão)
A comida rápida asiática que ganhou o mundo tem um museu em sua homenagem na cidade de Yokohama, subúrbio de Tóquio.
O Cupnoodles Museum foi criado em 2011 pela empresa Nissin Foods e também é conhecido como Momofuku Ando Instant Ramen Museum, em homenagem a Momofuku Ando, o criador do produto.
Além de contar a história do miojo, o museu permite que os visitantes criem sua própria versão do macarrão instantâneo.

Kiwi gigante na entrada do museu e parque temático dedicado à fruta, na Nova Zelândia (Foto: Divulgação/Kiwi360)Kiwi gigante na entrada do museu e parque
dedicado à fruta (Foto: Divulgação/Kiwi360)
Kiwi (Nova Zelândia)
Descrito como um parque temático dedicado à fruta, o Kiwi360 fica em uma região da Nova Zelândia famosa por produzir kiwis de alta qualidade. Os visitantes podem subir nos kiwikarts (uma espécie de trenzinho temático) para um tour de 40 minutos pela área e pelos pomares.
Guias especializados explicam no caminho informações sobre o crescimento e o cultivo da fruta e a indústria local e internacional. O local tem loja de souvenirs, que vende, entre outros artigos, produtos de beleza à base de kiwi, e também podem degustar saladas, muffins e outros pratos preparados com a fruta.
Informações: www.kiwi360.com

Parede do museu Pizza Brain (Foto: Pizza Brain/Divulgação)Parede destá cheia de anúncios e outros papéis
relacionados à pizza (Foto: Pizza Brain
/Divulgação)
Pizza (EUA)
O museu Pizza Brain foi criado com objetos da maior coleção de objetos de um colecionador que possui o maior número de artigos relacionados à pizza do mundo, certificado pelo Guinness Records.
São brinquedos, cartazes, anúncios, filmes, discos de vinil, cortadores em formatos malucos e outros artigos relacionados à redonda. Personagens de desenhos animados famosos por gostarem de pizza, como as Tartarugas Ninja e Homer Simpson, têm seu espaço no acervo.
O museu funciona dentro de uma pizzaria artesanal na Filadélfia, nos EUA – ou “Pizzadélfia”, como consta no endereço do Pizza Brain em seu site.
Informações: www.pizzabrain.org

Visitantes escutam informações em fone em forma de ketchup no Museu do Currywurst, em Berlim (Foto: Divulgação/Currywurst Museum)Visitantes escutam informações em fone em forma
de ketchup (Foto: Divulgação/Currywurst Museum)
Currywurst (Alemanha)
Típica de Berlim, a currywurst (salsicha de porco servida com ketchup e curry) tem seu próprio museu na cidade alemã. Com atrações interativas, o local conta a história do prato, as lendas relacionadas a ele e a forma de preparo.

Mostra-se também a evolução do fast-food em geral e sua importância para a cultura da cidade. Quem quiser se aprofundar no tema pode pedir audioguias em alemão, inglês, espanhol, francês e russo.
O preço da entrada inclui uma degustação do prato – e quem quiser mais pode pedir uma das várias versões servidas na lanchonete do museu. Até o sofá onde os visitantes descansam é em forma de salsicha.
Informações: www.currywurstmuseum

O exterior do Museu da Trufa, na Espanha (Foto: Divulgação/Museo de la Trufa)O exterior do Museu da Trufa (Foto: Divulgação
/Museo de la Trufa)
Trufa (Espanha)
O Museu da Trufa fica em Metauten, na região de Navarra, em uma área que é habitat natural desse fungo raro, que cresce espontaneamente no subsolo.
A exposição tem painéis, projeções multimídia e outros elementos interativos que contam a história do ingrediente com aroma marcante e status de iguaria culinária, cujo quilo é vendido por centenas e até milhares de euros – as muito grandes já foram leiloadas por até 100 mil euros.
Informações: www.museodelatrufa.com

Manteiga (Irlanda)
Localizado em Cork, cidade portuária que é famosa por sua produção de manteiga, o Cork Butter Museum tem diversos objetos e materiais que contam a história desse laticínio: vídeos que narram suas origens, painéis que mostram a forma como se fabrica e utensílios antigos ligados ao processamento da manteiga em várias épocas.
Entre eles, máquinas usadas para fabricar nata, leiteiras do século passado e um barril de mais de mil anos de idade.

Informações: corkbutter.museum
Fonte: G1 Turismo e Viagem

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Museu do Pão abre nova ala temática e pedagógica que custou meio milhão de euros



Lusa

O Museu do Pão, em Seia, investiu mais de meio milhão de euros na criação de uma nova ala temática e pedagógica vocacionada para o público infantojuvenil, aumentando a oferta turística da região, foi hoje anunciado.

O novo espaço, com mais de 250 m2, "vem recriar um universo de fantasia e magia, onde se recua ao tempo em que a Serra da Estrela se apelidava de Montes Hermínios e, segundo alguns, um local por onde terá andado o guerreiro lusitano Viriato", refere a direção.
"Esta nova ala é um espaço para o público infantojuvenil, sem prejuízo de o público adulto também o poder visitar", disse à agência Lusa o diretor científico Sérgio Carvalho.
O responsável explicou que a área resulta da alteração da sala pedagógica já existente, "que foi completamente remodelada e alargada" para adaptação às novas funções, unindo a história do pão e a aprendizagem do ciclo de produção com o entretenimento.
"Através de uma cenografia muito rigorosa e artística, vamos levar às crianças a memória do pão tal como ele era ainda antes da fundação da nacionalidade portuguesa, ainda no tempo dos romanos e dos lusitanos", disse Sérgio Carvalho.
Explicou que a "viagem ao passado" é enquadrada "em lendas e em mitos próprios da região" e "é feita através de um personagem, um duende protetor da tribo dos lusitanos".
O aspeto cenográfico da sala permite que os visitantes efetuem "um percurso por uma espécie de floresta, um castro celta, onde vivem os lusitanos, pelo campo e pelo local de moagem", contou.
A direção do museu assinala que o novo espaço cultural contribui para "reforçar e complementar a atratividade turística" de Seia e da Serra da Estrela.
"No ano em que celebra o seu 10.º aniversário e seguindo a sua missão de recolher, preservar e exibir os objetos e o património do pão português nas suas vertentes etnográfica, política, social, histórica, religiosa e artística, o Museu do Pão vem agora marcar uma nova fase da sua vida com um novo espaço que une a cultura, história e aprendizagem ao entretenimento", aponta.
A nova ala temática e pedagógica foi projetada pelo cenógrafo Paulo Braga e tem registado "grande entusiasmo e satisfação por parte de inúmeros visitantes", acrescenta.
"A decisão de realizar este investimento, sobretudo no contexto atual, prende-se com a nossa visão de que a cultura associada ao entretenimento deve assumir uma presença assídua na vida das pessoas, como fator de aprendizagem, mas também de diversão e distração", justifica a diretora geral Laura Quaresma.
O Museu do Pão abriu ao público a 26 de setembro de 2002 e dispõe de quatro salas expositivas sobre "O Ciclo do Pão", "O Pão Político, Social e Religioso", "A Arte do Pão" e a "Ala Temática e Pedagógica - O Mundo Fantástico do Pão".
O complexo de iniciativa privada, com mais de 3.500 metros quadrados de área coberta, integra ainda um restaurante, bar e biblioteca, mercearia antiga e ateliê de arte de pão.
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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Salsicha, repolho e batata frita: conheça 10 museus de alimentos

Alguns alimentos são tão marcantes que merecem não só um espaço no prato, mas também galerias, exposições e, por que não, um museu? Se você achou estranho, saiba que essa ideia já foi colocada em prática algumas vezes, por isso, a Lonely Planet listou os 10 museus mais estranhos do mundo especializados em comida. Tem salsicha, batata frita e até repolho fermentado. Confira a seguir:
Salame - Salami & Paprika, Szeged, Hungria: é comum dizerem que, assim que se descobre como a salsicha e o salame são feitos, as pessoas costumam cortá-los do cardápio. No entanto, esse museu na Hungria é especialista em salame e explica todos os processos de fabricação do alimento, com máquinas operadas por manequins gigantes, usando bigodes enormes e bonés. O andar superior do estabelecimento é dedicado à páprica, tempero muito usado na culinária húngara. 
Salsicha - Currywurst Museum, Berlim, Alemanha: salsichas são muito populares na Alemanha, mas o que isso tem a ver com curry? Após a Segunda Guerra Mundial, o empreendedor Berliner Herta Heuwer criou um tempero que virou febre quando misturado com catchup e salsicha: o curry. Em homenagem, o alimento ganhou um museu em Berlim.
Macarrão instantâneo - Shinyokohama Raumen Museum, Yokohama, Japão: o popular macarrão instantâneo pode ser encontrado no Japão em muitas variações. Normalmente é acompanhado de peixe, carne de porco, algas ou cebolinha. Por isso, este museu traz a paisagem de Tóquio em 1950, quando o prato foi inventado, e oferece vários restaurantes que servem a especialidade do país aos visitantes.
Repolho fermentado - Pulmuone Kimchi Museum, Seoul, Coreia do Sul: o museu mostra especiarias feitas com repolho fermentado, alimento onipresente na Coreia. A ideia é celebrar o prato típico do país por meio de exposições, que trazem a história, opções de preparo e variações regionais no decorrer dos anos. Para quem realmente gosta de repolho, há um filme ensinando fazer mais de 80 receitas.
Gelatina - Jell-O Gallery, LeRoy, Estados Unidos: a história começou quando o carpinteiro Pearle Wait criou uma sobremesa feita de gelatina em sua casa em Leroy, Nova York, em 1897. Na época, ele não tinha ideia de como sua invenção faria sucesso, mas vendeu sua receita na mão de marqueteiros e a marca Jell-O virou uma febre no início do século 20. Por isso, a Jell-O Gallery mostra exposições com a história do alimento e celebridades que já promoveram a marca ao longo dos anos.
Batata frita - Frietmuseum, Bruges, Bélgica: batata frita é um dos acompanhamentos mais tradicionais que existem, seja para um prato de comida ou um hambúrguer. Esse museu, que fica em um prédio do século 14, traz a história do petisco e molhos que os belgas gostam de acrescentar para saboreá-lo. Para quem não resistir, é possível experimentar deliciosas batatinhas no local.
Vinagre - Su No Sato Vinegar Museum, Handa, Japão: mais do que um tempero para a salada, o vinagre é um condimento popular no Japão desde o século 5 e ganhou uma exposição no país. O produto foi criado em Handa, sul de Nagoya, e hoje o museu traz sua história, destacando seus benefícios para a saúde e mostrando o processo de fermentação para fabricação do condimento.
Pez - Burlingame Museum of Pez Memorabilia, San Francisco, Estados Unidos: Pez é uma marca de doce que foi fundada em 1927 pelo empresário austríaco Eduard Hass. Por mais incrível que pareça, o foco não é o sabor, mas sim a embalagem em formatos que muitas vezes são inspirados em celebridades ou personagens de ficção. Há várias peças raras vendidas por milhares de dólares para colecionadores.
Enlatados - Spam Museum, Austin, Estados Unidos: Spam é uma marca norte-americana que vende enlatados feitos de carne pré-cozida. A primeira embalagem foi fabricada em 1937 e este marco é comemorado no Spam Museu, em Austin, Minnesota. A visita é gratuita e traz a história da marca, opções de embalagens, publicidade e vendas durante a Segunda Guerra Mundial.
Aspargos - European Asparagus Museum, Schrobenhausen, Alemanha: sim, alemães adoram aspargos. Na primavera, é possível encontrar vários restaurantes oferecendo pratos elaborados com o vegetal. No país, a Spargelzeit (época dos aspargos) é motivo de celebração com eventos públicos. Não à toa, o museu apresenta uma série de exposições sobre o alimento, história, benefícios à saúde e importância cultural. 
Fonte: http://culinaria.terra.com.br/receitas/cozinha/salsicha-repolho-e-batata-frita-conheca-10-museus-de-alimentos,940b514d0ff6b310VgnVCM3000009acceb0aRCRD.html acesso em 10/12/12
Foto: divulgação