terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Fotografia

Créditos: Felipe Biasus

Prédios desistem de patrocínio em obras Ansiosos por estampar anúncios em troca de investimento em reforma, edifícios como o Copan iniciaram obras por conta própria


Trabalhadores começam a reforma do Copan
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Trabalhadores começam a reforma do CopanCrédito: Arthur Nobre
Marco arquitetônico do País e cartão postal de São Paulo, o edifício Copan tentava, desde 2010, arrecadar junto à iniciativa privada um patrocínio para o restauro de sua fachada. Seria a primeira grande reforma de sua história e custava, na época, R$ 17 milhões. A contrapartida previa a exposição da marca patrocinadora em 20% da manta de proteção que protegeria a fachada durante a reforma, o equivalente a 10 mil metros quadrados. O Copan só conseguiu iniciar sua reforma na semana passada, agora corrigida em R$ 23 milhões, e sem patrocínio. Ninguém se interessou no investimento.
O caso se torna ainda mais peculiar diante da vigência, desde 2007, da lei municipal 14.223, que transformou radicalmente a paisagem da cidade ao restringir o tamanho do logotipo e nome de marcas nas fachadas de estabelecimentos comerciais e proibiu os outdoors. A Lei Cidade Limpa, como ficou conhecida, inspirou outros projetos no País e balançou o mercado de propaganda, que ficou desnorteado à época de sua publicação. Seu artigo 37, no entanto, autoriza a Secretaria de Cultura a viabilizar anúncios em bens de valor cultural, mediante patrocínio ou investimento. Prédios históricos como o Copan, o Circolo Italiano e o Edifício Esther ansiavam por parcerias, mas elas não vieram.
Algumas marcas fizeram parcerias com o poder público envolvendo exposição em outros itens da paisagem urbana. As diversas ações envolvendo o incentivo ao uso de bicicletas viraram cases referenciais no mercado. O banco Itaú instalou as centrais Bike Sampa – a exemplo do projeto Bike Rio –, com empréstimo de bicicletas em diversos pontos da cidade. Muitos são próximos à Ciclofaixa de Lazer, projeto apoiado pela Bradesco Seguros e Previdência. Quem preferir utilizar uma ciclovia de fato, pode usar a do Ibirapuera, recentemente reformada com patrocínio da Volkswagen. Quem passeasse por lá em dezembro de 2011 notaria que a árvore de Natal do Ibirapuera levava a marca do Santander. Neste 2013, o mobiliário urbano de São Paulo – principalmente abrigos de ônibus e relógios de rua – começa a ser substituído e Ambev e Net adquiriram as primeiras cotas.
Oportunidades
Sérgio Krichnã Rodrigues, diretor corporativo da SP Obras, afirma que a Prefeitura é receptiva a bons projetos de patrocínio: “ainda que a exposição tenha um prazo curto e efêmero, a marca é institucional, será associada a algo valioso para a cidade, estará muito em voga.” A própria SP Obras está reformando um prédio tombado na rua Líbero Badaró, o edifício Sampaio Moreira, que deverá abrigar o gabinete da Secretaria de Cultura. “A mídia exterior superou o formato básico de outdoor permitiu uma série de possibilidades criativas, interativas e inovadoras que melhor conectam a marca e o público”, diz Artur Martins, gerente-executivo de marketing comunicação da Volkswagen do Brasil. “Fundamentalmente informativa, passou a ter um papel de entretenimento e envolvimento com a mensagem exposta.”
Apesar de o mercado admitir que há potencial nesse tipo de mídia, na prática pouco acontece. Segundo Paula Nader, superintendente executiva de marketing do Santander, a efemeridade mencionada pelo diretor da SP Obras é um forte impeditivo. A tendência, segundo ela, é associar-se a projetos de lastro, mesmo que a exposição de marca não seja tão evidente. “Queremos levar benefícios para as pessoas, que sejam relevantes para a sociedade e tenham a ver com nossa missão”, diz. Entre as prioridades de patrocínio do Santander, estão três prédios históricos: um em São Paulo, onde fica a reserva técnica do acervo de arte do banco; e dois centros culturais do banco, em Porto Alegre e Recife. Para Martins, a ação feita na ciclovia do Ibirapuera há poucos anos ia além de um recurso de comunicação institucional: “era mais uma ação da marca em favor do estimulo à qualidade vida por meio do esporte que está presente na estratégia da Volkswagen. Consideramos também a ação como um presente para São Paulo e para os frequentadores do Parque do Ibirapuera”.
Para o executivo, mídias Out of Home viraram alternativas para ampliar o alcance de mídia externa. “Adicionalmente incluímos nos planos de mídia ações em shoppings, cinemas, placas de campo de futebol, exposições de carros em geral e mídia em aeronaves, como é o caso da TAM”, explica. Segundo Paula, naming rights seriam mais interessantes se tivessem maior aceitação no Brasil. “Há muitas restrições aqui, principalmente junto às emissoras de TV e em boa parcela da imprensa, que não mencionam o naming, não dão o crédito”, diz. A menção de nome poderia, em tese, compensar altos investimentos em projetos com prazos curtos como restauros.
Rodrigues não acredita que o texto da Lei Cidade Limpa abra exceções num futuro próximo. Ainda assim, defende que há boas oportunidades segundo as permissões do artigo 37 e que as empresas interessadas poderão abrir precedentes para o País inteiro. “Ter uma publicidade que se harmoniza com o espaço turístico é fundamental. Afinal, cerca de 7,4 milhões de pessoas que utilizam os transportes públicos diariamente passam por esses lugares, levam essas mensagens”, diz, referindo-se especificamente ao mobiliário urbano. As oportunidades de negócios, segundo ele, espalham-se por todos os quadrantes da cidade, não só na região central. “Vai permear a mídia em tudo que é lugar”, conclui.
Fonte: MeioeMensagem
 


Exposição de Cai Guo-Qiang exibe desenhos em pólvora inspirados no carnaval


Nahima Maciel
Os painéis que serão expostos no CCBB foram queimados em 40 segundos: 24 horas de elaboração do desenho
Os chineses inventaram a pólvora e, Cai Guo-Qiang inventou, para ela, uma utilidade carregada de significados metafóricos, lúdicos e abstratos. A guerra não entra no trabalho de Guo-Qiang. Sua pólvora exalta a intensidade de uma cultura e a delicadeza de um olhar. Ao longo das últimas duas semanas, o artista transformou o pavilhão aberto do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em ateliê para fazer os desenhos com pólvora. Todas as tardes, Guo-Qiang traçou formas que lembram o carnaval brasileiro antes de acender o pavio para uma plateia curiosa. O momento da explosão durou apenas 40 segundos, quase nada para as 24 horas de preparação exigidas pelo desenho. 

As obras fazem parte da exposição Da Vincis do povo, que abre nesta terça-feira (5/2) para o público no CCBB e faz um panorama da produção recente de Guo-Qiang, um dos artistas de maior destaque no cenário chinês contemporâneo. Além dos desenhos, a exposição conta com uma série de objetos encomendados pelo artista a camponeses chineses. São engenhocas construídas por inventores amadores para realizarem sonhos malucos. Tem avião, barco e carro, tudo montado com materiais reciclados e restos descartáveis da indústria do consumo. É uma maneira de falar do povo chinês, do improviso necessário à vida contemporânea e da criatividade imposta pela falta de certos bens em situações cotidianas. São temas nos quais o curador Marcello Dantas enxerga uma proximidade entre China e Brasil.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Vídeos IPMS

Este vídeo, que combina imagens e textos, é resultado de uma pesquisa que busca produzir e explorar recursos visuais e literários para, através deles, construir visões do urbano, sítio onde o homem se socializa e empreende a construção de suas memórias. 
As imagens aqui editadas resultam de fotos e filmagens tomadas em um dos prédios mais tradicionais do Centro Histórico de Porto Alegre: o Edifício Galeria Nossa Senhora do Rosário.  
Com 22 andares repletos de pequenas salas e lojas térreas que se abrem para o corredor que une as ruas Marechal Floriano e Vigário José Inácio, a "Galeria" é "pop", é popular. Exclusivamente comercial, tradicional pelas lancherias e serviços, possui 22 andares e conta mais de cinquenta anos, fazendo assim parte da própria história da cidade de Porto Alegre. 


Precipício, precipitação, pressa, queda, tontura, trapézio, geometria. 
Ela, cidade, se oferece do alto à contemplação da objetiva, abre-se aos olhos do observador, desvenda-se em suas simetrias e sinuosidades, em suas curvas e retas. 
Exibe-se como ente orgânico, por onde circulam homens e máquinas, apequenados pela onipotência arquitetural de suas ruas e estruturas. 
Ela acontece no espaço, no tempo, na luz. Desafia as águas, os céus. Sobrepõe-se à terra, aos ares. 
E o quinto elemento, o ethos, apequenado, dissolve-se e coagula-se nas artérias desse ser maior chamado cidade.
 

Franceses devolvem estátuas à Nigéria

As autoridades francesas devolveram à Nigéria cinco estátuas que representam símbolos culturais deste país e que foram importadas de maneira ilícita pela França, soube a agência PANA de fonte oficial.
Estes bens culturais nigerianos, apreendidos em 2010 pela Direcção-Geral das Alfândegas e Direitos Indiretos de França, foram entregues em cumprimento da Convenção da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO) relativamente às medidas a tomar para proibir e impedir a importação, exportação e transferência ilícita de objectos de arte, indicou o Quai d’Orsay (Ministério dos Negócios Estrangeiros de França). Trata-se de estátuas da civilização Nok, a que se deve as primeiras esculturas conhecidas na África Subsariana.
A perícia, que permitiu determinar nitidamente a origem das cinco estátuas, decorreu sob a responsabilidade do Ministério francês da Cultura e Comunicação e os Museus de Quai Branly e do Louvre.
Estas obras foram entregues a Yusuf Abdallah Usman, diretor-geral da Comissão Nacional para os Museus e Monumentos da Nigéria, de acordo com a mesma fonte.
Nok era uma civilização existente no norte da Nigéria que, no século V antes de Cristo dominava a metalurgia. O seu extenso legado constitui aquilo que se chama a Cultura Nok. Por razões desconhecidas, esta cultura desvaneceu-se por volta do século II ou III da nossa era.

Fonte: Jornal de Angola

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Reunião do IPMS

Nesta última sexta-feira, dia 1o. de fevereiro, o IPMS reuniu seus integrantes, para ultimar detalhes envolvidos na produção do livro a ser editado em razão do centenário do Esporte Clube São José. Na foto, da esquerda para direita, nosso Presidente, Hirã Justo, Felipe Biasus, historiador e fotógrafo, Maristela Bleggi Tomasini, advogada, Lilian Kerber, historiadora e pesquisadora responsável pelo acervo de memória do clube, e Arlete Maria TapiaTeixeira, Jornalista e Vice Presidente de nosso Instituto.

Museus não irão funcionar no Carnaval



Foto: Divulgação
Exposição Carnaval Negro Baiano, no Solar do Ferrão
Em virtude do Carnaval os museus vinculados à Diretoria de Museus do Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (DIMUS/IPAC) estarão fechados entre os dias 7/02 (quinta-feira) e 13/02 (quarta-feira de cinzas), voltando a funcionar normalmente no dia 14 de fevereiro. 

Após o período carnavalesco, o público terá a oportunidade de conferir gratuitamente as diversas exposições que estão em cartaz nos museus, dentre elas, Brinquedos que moram nos sonhos - O brinquedo popular brasileiro, que fica aberta até o dia 05 de maio, no Museu de Arte da Bahia, e encanta a crianças e adultos pela força lúdica dos 1.500 brinquedos que a compõem e pela inventividade da criação popular.

A exposição Mario Cravo Jr Esculturas que comemora os 90 anos do artista plástico baiano e a sua arte e está aberta a visitação no Palacete das Artes e a exposição Carnaval Negro Baiano, em cartaz no Solar Ferrão até o dia 24 de fevereiro, e apresenta a partir da indumentária, a produção dos blocos e afoxés de Salvador desde a década de 70 aos dias atuais.

Confira a programação completa dos Museus

Museu de Arte da Bahia

-- Brinquedos que moram nos sonhos - O brinquedo popular
A mostra encanta a crianças e adultos pela força lúdica dos 1.500 brinquedos que a compõem e pela inventividade da criação popular. Os brinquedos ocupam todos os espaços expositivos do Museu de Arte da Bahia e estão divididos nas seguintes seções tema: A Sala de Brinquedos, A Sala dos sonhos, a Sala do Espetáculo, a Sala do Medo, A Sala das Reciclagens, A Sala do Desafio, A Sala das Representações e a Sala de brinquedos de madeira. 

Em cartaz até 05 de maio.
Acervo do Museu

O Museu de Arte da Bahia (MAB), o mais antigo do Estado, fundado em 1918, possui um acervo de inestimável valor artístico e histórico que, através das mais variadas manifestações de arte, deixa entrever aspectos significativos do passado de uma sociedade, do seu cotidiano, dos seus gostos e dos seus valores. O acervo do MAB foi constituído, essencialmente, pela reunião de duas grandes coleções privadas adquiridas pelo Estado: a de Jonathas Abbott e a de Góes Calmon.
Onde: Av. Sete de Setembro, 2340, Corredor da Vitória.
Quando: terça a sexta, das 13h às 19h. Sábados, domingos eferiados, das 14h às 19h.
Tel: (71) 3117-6902.

Museu de Arte Moderna da Bahia

-- O livro de água
O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) apresenta a exposição inédita O LIVRO de água, das artistas Karina Rabinovitz e Silvana Rezende. A poesia é o ponto de partida deste projeto contemporâneo, que amplia as linguagens artísticas para além de suas próprias categorias e ultrapassa o simples diálogo entre poesia e artes visuais. Para isso, a mostra reúne fotografia, instalação, videoarte, objetos, sons e poemas em oito obras visuais. A visitação é gratuita e segue até 17 de março.
-- No ar
A exposição No Ar traz o trabalho da artista visual paulistana Laura Vinci, instalado na Capela do MAM. Propondo uma reflexão sobre a passagem do tempo, Laura apresenta ao público duas de suas obras: No Ar, que dá nome a exposição, e a inédita Diurna. A mostra tem co-realização da Fundação Cultural do Estado da Bahia (FUNCEB) e fica em cartaz até 17 de março de 2013.

-- Mostra maquetes oficina Lina Bo Bardi 

O Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA) promove a Mostra Maquetes Oficina Lina Bo Bardi. A exposição traz uma maquete na escala de 1:100, produzida a partir do estudo das edificações do Conjunto Solar do Unhão, onde retrata o Casarão, o Galpão da Oficinas, a Capela e o Pátio Unhão, além de outras quatro maquetes na escala de 1:500 que traçam o perfil do conjunto arquitetônico e a relação com mar, a encosta e com a Avenida Contorno. Na década de 1960, a própria Lina Bo Bardi comandou o processo de restauração do Solar do Unhão. A exposição é resultado da oficina Exposição de Capacitação em Maquetes: Recuperação do Projeto Arquitetônico de Lina Bo Bardi, oferecida pelo MAM-BA.
-- Sala Rubem Valentim
A sala apresenta 30 obras do pintor, escultor e gravador baiano que dá nome ao local. São 20 esculturas em madeira e tinta acrílica, que representam divindades do “panteão” do Candomblé, e 10 relevos, sobre a mesma temática. As obras expostas integram a série Templo de Oxalá, que expressa uma linguagem plástico-visual-signótica ligada aos valores místicos da cultura afro-brasileira.
Onde: Av. Contorno, s/n, Solar do Unhão.
Quando: terça a sexta, das 13h às 19h. Sábados, domingos e feriados, das 14h às 19h.
Tel: (71) 3117-6139.

Museu Tempostal

-- Pelourinho – Um cartão-postal da Bahia
A mostra, composta por postais, fotografias e vídeos, apresenta as mudanças sofridas no Pelourinho com o passar do tempo e traz uma reflexão sobre patrimônio cultural como produto do homem e de suas relações políticas, sociais e econômicas. São 150 imagens, entre peças do próprio acervo do Museu Tempostal e postais e fotografias cedidos por diversas instituições.

-- Pelos caminhos de Salvador

A exposição retrata parte da urbanização, crescimento e modernização da capital baiana. A mostra constitui um grande apanhado de imagens e fotografias que retratam as diversas transformações ocorridas no tecido urbano da cidade, iniciadas em fins do século XIX. Através de uma leitura histórica, é possível conferir, também, as mudanças nos hábitos e costumes ligados à vida cotidiana.

-- Bahia - Litoral e sertão
A mostra apresenta a relação econômica e social desenvolvida entre duas regiões distintas da Bahia através de registros de imagens. Fotografias e postais, datadas do início do século XX, de diferentes cidades do interior do Estado, revelam a importância da nossa formação geopolítica, ressaltando o impacto da exploração colonial, do povoamento heterogêneo, e a pluralidade de atividades econômicas exercidas tanto na região litorânea quanto no sertão.

Onde: Rua Gregório de Matos, 33, Pelourinho, Salvador.
Quando: terça a sexta, das 12h às 18h. Sábados e domingos e feriados, das 12h às 17h.
Tel: (71) 3117-6383.

Museu Udo Knoff de Azulejaria e Cerâmica

-- Toque de luz - Um novo olhar sobre a obra de Udo Knoff
A mostra apresenta cerca de 30 obras, dentre azulejos relevados, medalhões e objetos tridimensionais como vasos, jarros e garrafas com distintas formas e texturas, além de instrumentos utilizados pelo artista na produção de suas obras. O público alvo da exposição são as pessoas com deficiência visual. Nessa nova leitura do acervo pertencente ao museu, o visitante cego ou com baixa visão, pode sentir as diversas formas e texturas encontradas nas distintas obras elaboradas pelo ceramista. Em cartaz até março de 2013.
-- Azulejos de Udo
Ampliada com 14 obras, sendo 12 delas do ceramista alemão Udo Knoff, a mostra constrói uma leitura histórica sobre as especificidades do cenário urbano ao apresentar mais de 300 azulejos que trazem parte significativa da arquitetura de Salvador. A mistura de história e arte, somada ao trabalho rebuscado da coleção, contextualiza o papel social e artístico da cerâmica – legado do trabalho do ceramista alemão Udo Knoff.
Onde: Rua Frei Vicente, nº 03, Pelourinho.
Quando: terça a sexta, 12 às 18 horas, sábado e domingo e feriados, 12 às 17 horas.
Tel: (71) 3117-6389.
Palacete das Artes

-- As mulheres de Jorge e o Universo Amado
A exposição de Maria Adair e Eliana Kértesz celebra o centenário do escritor baiano traduzindo as conhecidas histórias do autor em obras de arte. Eliana Kértesz criou 80 peças, entre esculturas e relevos, onde transforma suas já conhecidas gordinhas em personagens femininos de Jorge, além de 19 painéis representando cenas do Bataclan, bordel de luxo da obra Gabriela. Já Maria Adair escolheu como tema universo Amado, resultando em mais de 150 peças, entre pinturas, esculturas, mobiliário e obras do cotidiano dos livros do escritor. A mostra, que tem entrada gratuita, fica em cartaz na Sala Contemporânea do Palacete até o dia 17 de fevereiro de 2013.
-- Mario Cravo Jr. Esculturas
A exposição comemora os 90 anos do artista plástico baiano e a sua arte. A mostra é composta por 58 peças, e tem a curadoria de Murilo Ribeiro, artista plástico e diretor do Palacete, em parceria com o artista e sua assessoria. Escultor reconhecido internacionalmente, Mario Cravo é o maior expoente da Modernidade baiana dos anos 40 e 50. Do mesmo modo que Carybé e Jorge Amado, Cravo colocou em sua obra, neste período, a essência do povo, suas tradições e crenças, seus costumes e mitos. A mostra, que tem entrada gratuita, fica em cartaz até o final de abril.
Onde: Rua da Graça, 284, Graça.
Quando: terça a sexta, das 13 às 19 horas, sábados, domingos e feriados, das 14 às 19 horas.
Tel: 3117-6910
Solar Ferrão

-- Carnaval Negro Baiano
A exposição, uma criação do bloco Cortejo Afro, traz a partir da indumentária, a produção dos blocos e afoxés de Salvador desde a década de 70 aos dias atuais. São expostas fantasias de blocos como Obá Laiyê, Puxada Axé, Zambiapombo, Unzó de Obá Xireê, Obadudu Agoyê e Afoxé Pai Burukô, além dos tradicionais Ilê Aiyê, Olodum, Malê Debalê, Muzenza, Cortejo Afro e o afoxé Filhos de Gandhy. A exposição fica em cartaz até o dia 24 de fevereiro de 2013.

-- Exposição de Arte Africana - Coleção Claudio Masella

Apresenta a riqueza estética e a diversidade da produção cultural africana do século XX, expressada em objetos, sobretudo máscaras, estatuetas e utensílios de uso cotidiano ou ritualístico. Doadas ao Governo do Estado da Bahia, em 2004, pelo industrial italiano Claudio Masella, as obras representam vários estilos étnicos das sociedades africanas.

-- Smetak - O alquimista do som
As “Plásticas Sonoras” – criadas por Walter Smetak (1913-1984) e consideradas obras de arte por críticos e pesquisadores podem ser conferidas na mostra de longa duração Smetak – O Alquimista do Som. As peças do acervo da família do músico suíço foram restauradas e expostas apenas no Museu de Arte Moderna da Bahia e no de São Paulo, em 2007 e 2008.

-- Exposição de Arte Popular
A Coleção de Arte Popular reúne peças representativas da Cultura Popular do Nordeste. O acervo reunido por Martim Gonçalves e, posteriormente, ampliado pela arquiteta italiana Lina Bo Bardi é composto por peças utilitárias e figurativas, dentre elas carrancas, ex-votos, imaginária, esculturas em cerâmica, fifós, panelas, potes de barro, brinquedos, utensílios domésticos e objetos criados a partir de materiais recicláveis, que mostram uma sintonia entre a arte e a vida cotidiana.

Onde: Rua Gregório de Mattos, nº 45 – Pelourinho.
Quando: terça a sexta, das 12h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.
Tel: (71) 3117.6357
Museu Abelardo Rodrigues

-- Acervo do Museu

A mostra expõe um recorte do acervo do Museu Abelardo Rodrigues, com imagens, crucifixos, pintura, oratórios, mesa de altar e santos de roca, confeccionados em materiais diversos. Nossa Senhora das Almas do Purgatório, Santo Antônio, Santa Isabel, A Sagrada Família, Nossa Senhora com o Menino, São Joaquim, Nossa Senhora do Rosário e São Miguel Arcanjo são algumas das imagens apresentadas ao público. O Museu Abelardo possui uma das maiores coleções de arte sacra do país.
Onde: Rua Gregório de Mattos, nº 45 – Pelourinho.
Quando: terça a sexta, das 12h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 12h às 17h.
Tel: (71) 3117.6440