quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Notas do IPMS




Instituto Federal do Rio Grande do Sul – Campus Osório

AULA INAUGURAL

CURSO APLICADOR DE REVESTIMENTO CERÂMICO  PRONATEC

Participaram do evento o Prof. Hirã Soares Justo e Maristela Bleggi Tomasini, em Arroio do Sal, no dia de ontem.

sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Lançamento de Livro


O LIVRO DOS CEM ANOS DO LABORATÓRIO DE PSICOLOGIA EXPERIMENTAL DA ESCOLA NORMAL SECUNDÁRIA DE SÃO PAULO é uma obra comemorativa. Marca a passagem de dez décadas que nos distanciam de um fato histórico de suma importância para a História da Psicologia do Brasil e, muito especialmente, de São Paulo, de forma que não poderia passar em branco. Todavia, tratava-se de uma história conhecida e, além disso, publicada até mesmo nos menores detalhes em artigos acadêmicos. Reeditar o que já havia sido escrito não seria justificável. Havia, contudo, o significativo acervo de fotografias de Rogério Centofanti, muitas delas tratadas digitalmente; havia livros, obras da época; havia ainda a facilidade de acesso a revistas e jornais disponibilizados ao público. Por que não contar essa história do ponto de vista da época? Assim, em parceria com Maristela Bleggi Tomasini, ― cujos interesses abrangem memória e história ―, teve início a coleta de materiais, uma busca que passou por centenas de notícias de jornais, leituras de revistas, imagens e obras da época. Tendo como ideia central o Laboratório, foram articulados quatro capítulos para explorar o tema, mas do ponto de vista da época, de OUTROS TEMPOS, portanto, na vigência de outras representações, de outras sensibilidades e sociabilidades: entre imperialistas e republicanos misturavam-se deístas, teístas e livres-pensadores; havia preclaros e insignes, normalistas que se chamavam das Dores e das Graças, todos habitando uma São Paulo que já se queria vanguardista, moderna, que ansiava pelo progresso, este fetiche que provocava o imaginário e que definia identidades. A par disso, o ocaso de um Império que ainda impregnava o espaço urbano semeado de representações, especialmente na arquitetura. A cidade era palco de disputas e tensões das quais a imprensa nos fornece testemunhos cabais. Esse esboço de cenário de outros tempos requer uma especificação, pois era preciso identificar onde o Laboratório iria acontecer, seus antecedentes, portanto: PRAÇA DA REPÚBLICA. UMA PEDRA, UM PRÉDIO, enfim,que ostentava toda força representativa de um sentir republicano, ansioso por modelos e receitas importadas do estrangeiro, inclusive O LABORATÓRIO, verdadeiro cenário onde diversos atores protagonizaram seus papéis. Foram personagens que se buscou compreender e evidenciar a partir de discursos e concepções vigentes então. Destaque, porém, a uma psicologia italiana, muito particular a São Paulo, marcando indelevelmente sua história. No palco, psicólogos, médicos, antropólogos, educadores dos mais diversos matizes e tendências disputavam nada menos que um modelo de homem, ora corpo biológico, ora alma espiritual, mistérios cuja solução o laboratório não trouxe, nem em seu auge, nem tampouco em seu DECLÍNIO, abrupto e silencioso, mas nem por isso menos memorável. Daí este livro, e esta pequena história.

Música em Pessoa com Luciano Lunkes


 

Foto: divulgação. Fonte: Música em Pessoa


Como harmonizar culinária e música vocal? É o que regente e chef de cuisine LUCIANO LUNKES contará aos ouvintes do Música em Pessoa deste domingo (02).

Bacharel em regência coral pela UFGRS, ele fundou o premiado Vocal Mandrialis e especializou-se no Conservatório Franz Lizst de Budapeste. Além disso, aperfeiçoou-se nas artes da cozinha no French Institute, em Nova York, onde foi private chef da estilista italiana Donatella Versace. Lunkes falará também de sua recém concluída pesquisa em memória social e bens culturais, em que investigou memórias evocadas a partir dos sons da cozinha, em uma cultura alimentar familiar.

Às 11h, pelos 1080 AM ou em transmissão on line pelo sitewww.radio.ufrgs.br.
 — com Luciano Lunkes Gastronomia em Rádio da Universidade.
Fonte: Música em Pessoa

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

"Orfeu" é atração no Theatro São Pedro no final de semana

Orfeu é atração no Theatro São Pedro neste final de semana | Foto: Adriana Marchiori/ Divulgação / CP
Orfeu é atração no Theatro São Pedro neste final de semana | Foto: Adriana Marchiori/ Divulgação / CP

    A montagem deste clássico do Barroco italiano, realizada por professores e alunos dos departamentos de Arte Dramática, Artes Visuais e Música, do Instituto de Artes da Ufrgs, tem como desafio trazer o Orfeu de 1607 para o público de hoje, respeitando os princípios da composição original. Novos elementos cênicos atualizam a ópera, e a montagem terá a inclusão de textos falados em cena.  Os textos incluídos são de autoria de poetas e dramaturgos de épocas e estéticas diversas, como Vinícius de Moraes, Pablo Neruda, Rumi, Shakespeare e Sarah Ruhl. 

    quinta-feira, 16 de outubro de 2014

    Projetos de museus brasileiros vencem prêmio Ibero-americano


    MR e Akala faturaram os primeiros lugares nas duas categorias do Prêmio Ibero-Americano de Educação e Museus
    por Portal BrasilPublicado: 15/10/2014 15h41
    Os projetos de três instituições brasileiras tiveram destaque na quinta edição do Prêmio Ibero-Americano de Educação e Museus, realizado pelo programa Ibermuseus: Educação e trabalho: uma ação de cidadania, do Museu da República – MR (RJ); Vamos aos museus? Educação e cultura, da organização Akala (MG); e Estação Educativo – MLP – Plataforma na WEB do Núcleo Educativo, do Museu da Língua Portuguesa (SP).
    MR e Akala conquistaram os primeiros lugares, respectivamente, nas duas categorias existentes: Projetos realizados ou em andamento e Fomento a projetos de Educação e Museus para a Ibero-América. O Museu da Língua Portuguesa ficou em terceiro lugar na segunda categoria.
    Outros projetos vencedores são oriundos do México, Colômbia, Espanha, Cuba, Costa Rica, Uruguai e Chile. Países como Equador, Portugal, Peru e Argentina também aparecem dentre as 10 menções honrosas do prêmio.
    Os 13 projetos vencedores e os 10 reconhecidos com Menção Honrosa foram anunciados durante o 8º Encontro Ibero-Americano de Museus pelo presidente do Programa Ibermuseus, Angelo Oswaldo, que também preside o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) – o Brasil tem a presidência do programa intergovernamental até 2015. O encontro terminanesta quinta-feira (15), em Lisboa (Portugal).
    Projetos educativos
    O Prêmio Ibero-Americano de Educação e Museus é uma iniciativa do Programa Ibermuseus para valorizar e apoiar projetos educativos relacionados aos museus, além de reconhecer boas práticas na Ibero-América. Nesta edição, foram apresentados mais de 130 projetos provenientes de 14 países, avaliados por um Comitê Técnico formado por 10 especialistas ibero-americanos.
    Os projetos premiados, junto aos reconhecidos com menção de honra, integrarão o Banco Ibero-Americano de Boas Práticas em Ação Educativa.

    quinta-feira, 2 de outubro de 2014

    "Jóias da coroa" da arte sacra portuguesa juntas em Lisboa

    09-2014 10:58 por Maria João Costa
    As custódias da Bemposta e da Sé Patriarcal, os resplendores do Santo Cristo dos Milagres e do Senhor dos Passos e o medalhão das três ordens militares da coroa portuguesa estão juntas no Museu Nacional de Arte Antiga. 
                                                                                 
    Cinco jóias do património religioso português do século XVIII podem ser vistas, a partir desta quinta-feira, no Museu Nacional de Arte Antiga (MNAA), em Lisboa.

    A exposição "Splendor et Gloria" é uma oportunidade única de apreciar obras que nunca antes foram expostas em conjunto.

    Na pequena sala quadrada do tecto pintado do MNAA, o brilho das cinco jóias da ourivesaria portuguesa setecentista ilumina as paredes pretas da exposição

    "Splendor et Gloria" coloca, pela primeira vez, lado a lado as custódias da Bemposta e da Sé Patriarcal de Lisboa, os resplendores do Senhor Jesus dos Passos e do Senhor do Santo Cristo dos Milagres dos Açores e o medalhão das três ordens militares da coroa portuguesa.

    "'Esplendor' é a palavra que se aplica a estas cinco jóias. Elas são do melhor que se produziu em Portugal, qualquer uma delas. Por isso, só o conjunto das cinco é que se podia aproximar, não há nada que se aproxime. Todas elas são únicas, extraordinárias”, explica Anísio Franco, um dos comissários da exposição.

    A mostra pode ser visitada até 4 de Janeiro.

    terça-feira, 16 de setembro de 2014

    MinC discute criação de museu da memória afrodescendente

    O seminário Rumo ao Museu Nacional da Memória Afrodescendente, em curso na Fundação Cultural Palmares, em Brasília, discute o desafio de contar a trajetória do negro no país. Segundo os organizadores, essa história tem sido negada nos relatos oficiais. Por isso, é necessário reunir vestígios e conhecimentos, e construir um museu que seja capaz não apenas de relembrar, mas de atualizar o passado à luz dos desafios do presente.


    O projeto do Museu Nacional da Memória Afrodescendente está a cargo do Ministério da Cultura, e ao participar do seminário, a ministra Marta Suplicy disse que a expectativa é que o espaço seja inaugurado em três ou quatro anos. Para tanto, um terreno de 65 mil metros quadrados na capital foi doado pelo governo do Distrito Federal. Instituições vinculadas ao ministério, como a Fundação Casa de Rui Barbosa, organizaram-se em grupo e discutem a proposta museológica. Além disso, a ministra adiantou que está sendo preparado um edital para o desenho arquitetônico.

    Para a ministra da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial, Luiza Bairros, a instalação é um “passo extremamente importante para que possamos contar a nossa história”. Ela acredita que o museu incentivará pesquisas sobre a temática. Nesse sentido, a secretária de Educação Continuada, Alfabetização e Inclusão do Ministério da Educação, Macaé Evaristo, acredita que o museu poderá contribuir para a garantia do ensino da história e da cultura dos africanos e dos afrodescendentes, conforme determina a legislação.

    Ao todo, existem 16 museus no Brasil que tratam especificamente da questão racial. Mesmo assim, a avaliação dos participantes do seminário, que segue até amanhã (28), é que falta um órgão que tenha capacidade de expressar a relevância da negritude, em nível nacional, para a constituição da história do país. Essa lacuna, eles esperam superar com a construção do museu nacional. “Não existe uma nação rica e desenvolvida sem a preservação de suas matrizes culturais”, afirmou o presidente Fundação Cultural Palmares, Hilton Cobra.
     Fonte: Agência Brasil - O Vermelho

     Ministério da Cultura discute criação de museu da memória afrodescendente Ministério da Cultura discute criação de museu da memória afrodescendente