Mostrando postagens com marcador Teatro São Pedro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Teatro São Pedro. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

"Orfeu" é atração no Theatro São Pedro no final de semana

Orfeu é atração no Theatro São Pedro neste final de semana | Foto: Adriana Marchiori/ Divulgação / CP
Orfeu é atração no Theatro São Pedro neste final de semana | Foto: Adriana Marchiori/ Divulgação / CP

    A montagem deste clássico do Barroco italiano, realizada por professores e alunos dos departamentos de Arte Dramática, Artes Visuais e Música, do Instituto de Artes da Ufrgs, tem como desafio trazer o Orfeu de 1607 para o público de hoje, respeitando os princípios da composição original. Novos elementos cênicos atualizam a ópera, e a montagem terá a inclusão de textos falados em cena.  Os textos incluídos são de autoria de poetas e dramaturgos de épocas e estéticas diversas, como Vinícius de Moraes, Pablo Neruda, Rumi, Shakespeare e Sarah Ruhl. 

    sexta-feira, 9 de maio de 2014

    "Callas" é atração no palco do Theatro São Pedro

    Com direção de Marília Pêra, montagem tem no elenco Sílvia Pfeifer e Cássio Reis

     Com direção de Marília Pêra, montagem tem no elenco Sílvia Pfeifer  e Cássio Reis<br /><b>Crédito: </b> Poderoso Chefão / Divulgação / CP
    Com direção de Marília Pêra, montagem tem no elenco Sílvia Pfeifer e Cássio Reis 
    Crédito: Poderoso Chefão / Divulgação / CP
    Interpretar a maior cantora lírica de todos os tempos, sob direção de Marília Pêra, que viveu o papel em "Master Class" (1996), é o desafio de Sílvia Pfeifer em "Callas", que chega ao Theatro São Pedro (Praça da Matriz, s/n), nesta sexta e sábado, às 21h, e domingo, às 18h. A atriz divide o palco com Cássio Reis, como o jornalista e amigo John Adams, que vai ajudá-la na abertura de uma exposição sobre sua vida.

    "O autor conseguiu colocar uma riqueza enorme, ao mostrar uma Callas desesperada, doente, quase demente, que não sabe o que fazer, se sentindo sozinha, agressiva, firme, divertida, debochada e reconhecedora das coisas", diz Sílvia sobre a responsabilidade do papel. Antes de ver o texto, ela leu quatro livros, assistiu a filmes, ouviu suas óperas e fez aulas de canto, apesar de não cantar em cena. 

    Na parte inicial, o repórter a entrevista sobre método de trabalho, problemas com críticos, diretores, relação com colegas e cancelamentos. Depois tem vez a vida pessoal, quando são revelados detalhes sobre sua relação com Onassis, a reação do marido à gravidez, a raiva de sua rival, Jackie Kennedy, o filho que perdeu, entre muitos outros fatos marcantes.

    Dotado de vídeos, fotos, intervenções de áudio e frases do mito, o "documentário vivo", como é definido pela equipe, foi escrito por Fernando Duarte.


    Fonte: Vera Pinto / Correio do Povo

    sexta-feira, 29 de novembro de 2013

    Música é tema de espetáculo mineiro que chega a Porto Alegre

    "PAR" fica em cartaz no Theatro São Pedro durante final de semana

    ´PAR´, do grupo Ponto de Partida: espetáculo sem palavras, com composições de ícones da MPB e autorais<br /><b>Crédito: </b> Guto Muniz / Divulgação / CP
    ´PAR´, do grupo Ponto de Partida: espetáculo sem palavras, com composições de ícones da MPB e autorais 
    Crédito: Guto Muniz / Divulgação / CP
    A música é o fio que costura, com delicadeza e humor, o espetáculo do grupo mineiro Ponto de Partida, sobre a relação e seus inúmeros tons, em cartaz neste sábado, às 21h e domingo, às 18h, no Theatro São Pedro (Praça da Matriz, s/n)  em Porto Alegre. Com 12 atores e três músicos, “PAR” tem direção-geral e dramaturgia de Regina Bertola e preparação vocal e coreografias de Wagner Moreira, professor convidado em 2013 da Universidade de Dança de Dresden, que veio da Alemanha para o projeto.

    Enamoramento, paixão, ciúme, dor, encontros e desencontros são temas cantados em letras de Chico Buarque, Dorival Caymmi, Tom Jobim, Ary Barroso, Caetano Veloso, Milton Nascimento, Vander Lee, Cartola, Rita Lee e dos integrantes do grupo, Pablo Bertola e Lido Loschi. “Propus que a gente fizesse um espetáculo sem palavras, para que as pessoas acompanhem a história só pela música”, diz Regina Bertola. Para fazer algo totalmente dançante, chamou o coreógrafo Wagner do exterior. O elenco possui uma preparação boa, explica, não podendo se desconcentrar, sob o risco de perder o tempo da próxima nota.

    O cenário funciona como se fossem várias instalações, feito de caixas de engraxate e de sapato, em que a cena se constrói e desconstrói. A peça estreou no final de 2012, tendo passado por Vitória, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Belém e Manaus. O grupo surgiu há 33 anos, com dois propósitos: de não sair de sua cidade de origem, Barbacena, e sim, circular sua obra e também de trabalhar com a cultura brasileira. “Viajamos o Brasil inteiro, temos a ousadia, talvez a petulância, de fazer teatro que fale do Brasil, com seus sotaques, sabendo o quanto é difícil”, completa Regina.

    Fonte: Correio do Povo